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VAMOS AOS FATOS

Entenda a crise financeira do MetrôRio


Devido à queda sem precedentes do número de passageiros em decorrência da pandemia da Covid-19, o MetrôRio enfrenta a maior crise financeira de sua história. Mais de 80 milhões de pessoas deixaram de circular nos trens e nas estações do MetrôRio desde o dia 16 de março de 2020, quando se iniciaram as medidas de restrições na cidade do Rio de Janeiro. Em média, são menos 18,6 milhões de embarques por mês, uma queda diária superior a 70% do seu público. O prejuízo mensal gira em torno de R$ 35 milhões. O déficit acumulado já ultrapassa R$ 200 milhões.

Todos os dados financeiros do MetrôRio foram auditados pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) e são de conhecimento do governo estadual. Em nota técnica datada do dia 22 de julho, a Agetransp afirmou que não havia “a menor dúvida” de que a operação seria descontinuada, caso não ocorresse algum tipo de aporte de recursos externos à concessionária e que para manter a operação seriam necessários aproximadamente 550 mil passageiros por dia. A demanda atual está em 330 mil passageiros por dia. A concessionária está em constante diálogo com os representantes governamentais para encontrar uma solução e obter os recursos necessários para viabilizar a continuidade da operação. O MetrôRio, ao contrário de vários sistemas de transporte do país e de outras cidades do mundo, como São Paulo e Londres, por exemplo, não recebe subsídio do governo para manter sua operação. Sua receita vem exclusivamente da tarifa cobrada dos passageiros.

Os custos da operação metroviária são majoritariamente fixos, por isso, mesmo que circule com menos da metade do seu público, os gastos são praticamente os mesmos de um serviço com 100% da sua demanda antes da pandemia.



Queda de passageiros durante a pandemia



Os dados acima se referem à média mensal da redução diária, comparada sempre com uma semana de serviço regular, anterior à pandemia, quando aproximadamente 900 mil passageiros circulavam por dia nas estações e trens do MetrôRio.